Publicação técnico-científica, de periodicidade semestral, dedicada à divulgação do património construído, na perspectiva de assegurar a sua valorização, salvaguarda e reabilitação e de apoiar as políticas e acções de ordenamento do território e de desenvolvimento regional. Neste sentido, promove a investigação e a reflexão sobre o valor dos imóveis e/ou conjuntos urbanos objecto de cada número, tendo em vista o conhecimento da sua identidade arquitectónica e diversidade cultural.
Índice do presente número: - “Covilhã: a evolução urbana da cidade” (José Miguel Rodrigues); - “A estrutura urbanística da Covilhã entre a Idade Média e a Idade Moderna” (Daniela Pereira); - “A judiaria da Covilhã” (Maria José Ferro Tavares); - “Covilhã: planos de urbanização à época de Duarte Pacheco” (Margarida de Souza Lôbo); - “Covilhã, uma leitura de síntese: estrutura urbana, conjuntos edificados e arquitecturas, sua evolução” e “A requalificação arquitectónica e o papel da Sociedade de Reabilitação Urbana Nova Covilhã” (José Manuel Fernandes); - “Por uma cidade amável. Espaços públicos e Programa Polis na Covilhã” (Ana Vaz Milheiro); - “A Beira Interior e as formas arquitectónicas tardo-medievais e renascentistas” (Ricardo J. Nunes da Silva); - “As pinturas do Salão dos Continentes na Casa das Morgadas e a arte na Covilhã no início do século XVIII” (Vítor Serrão, Maria do Carmo Mendes e Ricardo J. Nunes da Silva); - “Covilhã, a cidade que também foi fábrica” (Deolinda Folgado); - “A Universidade da Beira Interior e o seu papel na reabilitação e reutilização do património industrial da Covilhã” (Elisa Calado Pinheiro); - “Ponto, linha, plano: a edificação universitária na Covilhã” (Madalena Cunha Matos); - “Ernst Korrodi, percurso de vida e a sua presença na cidade da Covilhã” (Maria Genoveva Oliveira); - “Um uníssono a quatro vozes: arquitectura(s) do Estado Novo na Praça do Município da Covilhã” (Joana Brites); - “O Sanatório da Covilhã” (João Paulo Martins); - “As “Casas da Serra” na Covilhã, por Luiz Alçada Batista” (José Manuel Fernandes e Luís Alçada Batista); - “Ao longo dos rios, a caminho do mar. Notas sobre a estação ferroviária da Covilhã na Linha da Beira Baixa” (Gilberto Gomes). |