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Novela Bufa do Ufanismo em Concreto
Episódios avulsos das crises conjugais da arquitectura moderna no Brasil (1914-1943)

André Tavares
  184 pp., il.
Imagem do Livro/Revista
Arquitectura
 

Betão armado, no Brasil, é concreto. Ufanismo é a manifestação de um orgulho desmedido e, até, um pouco despropositado. Esta Novela Bufa do Ufanismo em Concreto é uma viagem aos argumentos da construção de uma identidade para a arquitectura moderna brasileira.

Ao alcançar a ideia da construção concebida com intenção plástica, a arquitectura brasileira conciliou os argumentos poéticos com a estética do engenheiro. O betão armado foi capaz de produzir essa síntese e de exprimir a beleza imanada do contemporâneo. Só que, imersos no caldeirão do senso comum, das relações familiares e económicas, os arquitectos do Brasil tropeçaram em vários alçapões floridos.

Este livro cartografa alguns equívocos que nasceram dessa fricção entre o quotidiano da prática e o exercício da teoria. Percorre a obra teórica e construída de arquitectos, engenheiros, poetas e viajantes incansáveis, para além de contar com a participação especial do insigne perneta Sacy Pererê.
 
DAF.E.14  
Dafne Editora 
2009  
€ 17.17  
Novos princípios do Urbanismo, seguido de
Novos compromissos urbanos: um léxico

François Ascher
  176 pp.
Imagem do Livro/Revista
Arquitectura
Urbanismo
 

A presente edição reúne as duas últimas obras de François Ascher sobre Urbanismo: Les nouveaux principes de l'urbanisme e Les nouveaux compromis urbains.
Sociólogo e politólogo, François Ascher centrou nos últimos vinte anos a sua reflexão sobre a perturbadora dinâmica das formas de vida-e-urbanização do último meio século que caracteriza como passagem da modernidade para a hipermodernidade.
A ele se deve não só a explicação das razões profundas – socioeconómicas, tecnológicas e culturais pelas quais as cidades que herdamos davam lugar a uma verdadeira mudança de “paradigma” territorial – mas também a justificação das políticas capazes de conduzir à convivência das diversidades de assentamento que Choay tinha anunciado como a passagem de “la ville a l’urbain”.
Ascher pôs em circulação alguns conceitos sobre a “cidade contemporânea” que pela sua precisão se tornaram descritores expressivos das novas articulações da urbanidade que adoptamos e da urbanização em que nos movemos. Recordamos os termos que propõe nos próprios títulos, para não ir mais longe: “Meta(polis)” – em vez de mega ou metro – para acentuar a transversalidade e a extensividade, em vez da grandeza ou dos limites rígidos que caracterizavam a cidade; “plural” acentuando a diversidade, a complexidade, em vez da uniformidade ou da densidade dos seus assentamentos; “compromisso”, acentuando os défices de consenso sociocultural e de governância, em vez da unicidade das políticas e soluções.
 
HT.EN.1  
Livros Horizonte 
2010 (1.ª edição)  
€ 18.08  

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